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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Críticas aos atletas da NBA que não foram

Rainha Hortência é a convidada do quadro 'Tá em Casa'

Maior pontuadora da história da seleção abriu o apartamento em São Paulo. Entrevista vai ao ar nesta segunda, a partir das 19h, no 'Tá na Área'

Hortência tá em casa tá na área (Foto: Divulgação SporTV) 
Hortência e os filhos receberam Vanessa Riche
Uma das maiores jogadoras de basquete de todos os tempos, Hortência e os filhos  João (15 anos) e Antônio (14 anos) receberam a apresentadora Vanessa Riche em sua casa em São Paulo. Curiosamente, os dois praticam hipismo e não gostam de basquete. Apesar de terem uma mãe corintiana e um pai são paulino, um torce para o Santos e o outro para o Palmeiras.
Diretora da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, Hortência falou sobre os rumos do esporte no país e os erros na administração da confederação. Ela comentou ainda a diferença entre as gerações, afirmando que antigamente os jogadores tinham mais orgulho de ser parte da seleção brasileira. A Rainha criticou o fato de Leandrinho e Nenê terem pedido dispensa após a convocação.
- Eu acho que eles não tem obrigação, mas eles deveriam retribuir aquilo que o basquete fez para eles. Eu sou o que sou hoje por causa do basquete. Então se hoje o Varejão, o Varejão acho que está machucado, mas o Nenê e o Leandrinho, eles são o que eles são hoje na NBA, ganharam dinheiro, são conhecidos, é graças à seleção brasiliera, que colocou eles para todo mundo ver. Então, acho que deveriam retribuir isso ao basquete brasileiro, que está passando um momento difícil, um momento complicado, faz três Olimpíadas que não classifica e com a presença deles classificaria com certeza - condenou.
A entrevista com a rainha do basquete vai ao ar nesta segunda-feira, durante o programa "Tá na Área", no quadro 'Tá em Casa', a partir das 19h00.

Copa América de Basquete 12/09/2011 08h05 Brasil já pensa em fincar bandeira no topo do continente depois de Londres

Brasil já pensa em fincar bandeira no topo do continente depois de Londres

Renovação no elenco e aposentadoria dos craques argentinos nos Jogos do ano que vem fazem brasileiros sonharem com supremacia na América do Sul

Por Rodrigo Alves Direto de Mar del Plata, Argentina
Na noite de domingo, enquanto disputava a final da Copa América, a seleção brasileira teve o privilégio de ver de perto a Geração Dourada da Argentina se despedindo de sua torcida. No ano que vem, terá mais uma vez a chance de ver os argentinos se despedindo, aí sim, do cenário internacional, com a aposentadoria de craques como Ginóbili, Nocioni, Oberto e Sánchez. Se já conseguiu derrubar os campeões olímpicos na segunda fase da Copa América, o Brasil se dá o direito de sonhar: depois de Londres, fincar a bandeira verde-amarela no topo do basquete sul-americano.
basquete Giovannoni Ginóbili Brasil x Argentina Copa América (Foto: AP) 
Para Giovannoni, Brasil pode superar a Argentina, que perderá Ginóbili após Londres-2012
- Espero que sim, esse é o intuito. O Brasil tem matéria-prima para crescer muito, tem muita molecada nova vindo aí, uma molecada que tem que começar a jogar e se espelhar em alguém. Olimpíadas são assim, é a maior competição, é quando todo mundo está olhando para a televisão, é onde cresce o esporte. Espero que sirva de exemplo e que não se perca este momento tão bom em que a gente está. Tomara que se construa uma base boa para um dia a gente colher os frutos lá na frente – afirmou Tiago Splitter, mais do que acostumado a jogar contra os argentinos.
Como se não bastasse a boa campanha na Copa América, o Brasil festeja ainda a renovação do banco de reservas. De Rafael Hetthsheimeir, de 25 anos, até atletas mais novos como Vitor Benite e Rafael Lua, ficou a impressão de que a mudança segue no caminho certo.
Temos aí garotos novos que estão aparecendo com talento. Mas antes de mais nada, vamos jogar em Londres, não vamos só com o objetivo de participar não "
Guilherme Giovannoni
Aos 31 anos, Guilherme Giovannoni, um dos destaques do time no torneio em Mar del Plata, fica tranquilo com o ingresso dos mais jovens no time principal. Ele concorda que a meta é superar o basquete argentino após a aposentadoria da Geração Dourada, mas avisa que não quer fazer figuração em Londres.
- Ser o melhor do continente tem que ser o objetivo. Temos aí garotos novos que estão aparecendo com talento. Mas antes de mais nada, vamos jogar em Londres, não vamos só com o objetivo de participar não. Metas vão ser traçadas para esses Jogos. Precisamos continuar crescendo. Já tivemos um crescimento no ano passado, agora outro este ano. O objetivo é não se acomodar nunca – garante Giovannoni.
Quando se pensa no futuro, logo vêm à mente dois jogadores que pediram dispensa da lista de Magnano: Nenê e Leandrinho. A dúvida é se, depois de roer o osso, jogadores do grupo atual devem abrir espaço para os atletas da NBA.
- Seleção não tem cadeira cativa ou posição assegurada. Falta um ano para as Olimpíadas, tem muita coisa ainda para acontecer. Os que estão aqui merecem muito, mas tenho convicção plena de que o Magnano vai decidir o que for melhor para o Brasil. Fico tranquilo, mas entre aspas, porque essa motivação que a gente sempre teve de trabalhar no clube para voltar melhor à seleção vai ter um sabor especial desta vez – avaliou Marcelinho Machado.

Dagoberto não encara o Ceará no sábado

Dagoberto leva o terceiro cartão amarelo e não enfrenta o Ceará

Adilson Batista tem uma semana para escolher o substituto. Willian José, Henrique ou Cícero, mais adiantado, são os candidatos à vaga

O São Paulo perdeu o atacante Dagoberto para o confronto contra o Ceará, sábado que vem, às 18h (horário de Brasília), no Morumbi, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogador recebeu o terceiro cartão amarelo na derrota por 1 a 0 para o Grêmio, neste domingo, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, e terá de cumprir suspensão automática.
Henrique e Willian José são as opções que o técnico Adilson Batista tem para substituir Dagoberto. Outra possibilidade: Rivaldo entra no meio de campo e Cícero é adiantado para jogar ao lado de Lucas na frente. O treinador terá uma semana para fazer a sua escolha.
Dagoberto, do São Paulo, em ação contra o Grêmio (Foto: Lucas Uebel/VIPCOMM)

Incomôdo

Perto de voltar, Deco pede para não receber enquanto estiver machucado

Apoiador convesa com a diretoria do Fluminense e se mostra incomodado com as constantes críticas: 'Ele só quer ter o prazer de jogar', diz dirigente tricolor

Em campo, o Fluminense alcançou a marca de quatro vitórias seguidas no Campeonato Brasileiro e já figura na zona de classificação para a Libertadores de 2012. Fora dele, o técnico Abel Braga está perto de ganhar alguns reforços. É o caso do apoiador Deco, já em fase final de recuperação de um estiramento na panturrilha direita. Incomodado com as constantes críticas graças às diversas lesões que sofreu desde a sua chegada às Laranjeiras, em agosto de 2010, o camisa 20 teve na semana passada uma atitude que mostra bem o seu desejo de voltar a jogar futebol: procurou o vice-presidente de futebol do Tricolor, Sandro Lima, e avisou que não quer mais receber seu salário enquanto estiver machucado.
deco e diguinho no treino do fluminense (Foto: Dhavid Normando/Photocamera) 
Deco, no centro, corre para voltar ao time do Fluminense
Desde que foi contratado, Deco já sofreu nove problemas médicos com a camisa do Fluminense, sendo sete lesões. Dos 72 jogos que o Tricolor disputou após a estreia do luso-brasileiro, ele esteve em campo em apenas 30 (42%) e marcou dois gols. Internamente, no entanto, seu papel de líder é sempre exaltado. Segundo jogador mais velho do elenco, aos 34 anos, Deco orienta os mais jovens, dá conselhos e é visto como referência.
- Deco disse que já estava pensando em fazer isso há algum tempo. Ele foi na minha sala e deixou claro que estava muito incomodado com a situação. De precisar ouvir a cada nova lesão que está roubando o Fluminense. Por isso deixou claro que não quer mais receber enquanto não estiver apto a jogar. Já levei o caso ao departamento jurídico. Caso se machuque outra vez, ele só quer voltar a ser pago quando puder entrar em campo - revelou Sandro Lima ao GLOBOESPORTE.COM.
Participação decisiva na permanência de Marquinho
Fora do time desde a derrota para o Atlético-MG, no dia 27 de julho, Deco deve voltar a treinar com o restante do elenco nos próximos dias. Pelo tempo parado, e até mesmo pelo histórico de lesões, ainda é cedo para afirmar que o jogador será relacionado para o confronto do próximo domingo, contra o Bahia, em Pituaçu. Segundo Sandrão, o luso-brasileiro só quer jogar e ser feliz.
- Deco explicou que seu problema não é financeiro. Até porque ele deixou um ótimo contrato no Chelsea para defender o Fluminense. Ele só quer ter prazer de jogar, de ficar com a família. Deco quer encerrar a carreira com alegria. Já jogou no Porto, no Barcelona, no Chelsea... dinheiro não é mais problema para ele. É um líder para o grupo e que está se esforçado muito para voltar a jogar. Mesmo machucado, ele dá conselhos aos mais novos, participa das conversas... - explicou.
Uma dessas conversas, aliás, foi muito importante para o Fluminense. Com uma proposta do Grêmio debaixo dos braços, Marquinho foi até o camisa 20. Ouviu do jogador o conselho para permanecer nas Laranjeiras, onde é visto como peça-chave do elenco. A cada dia, o jogador olha apenas para o futuro na expectativa de poder voltar a vestir a camisa tricolor. Diante das tantas lesões musculares que o perseguem, chegou até a procurar especialistas na tentativa de descobrir o porquê das mesmas. Podem ser 90, 45 ou mesmo dez minutos. Deco só quer entrar em campo para voltar a sorrir outra vez.
- Deco está desesperado para jogar. Não importa o tempo. Ele quer retribuir em campo o esforço que o Fluminense fez pela sua contratação - finalizou Sandrão.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

sábado, 30 de abril de 2011

Carpegiane e Muricy

Carpegiani e Muricy: ótimos como jogadores, diferentes como técnicos

Ofensivos no passado, o primeiro manteve a filosofia de atacar quando mudou de função. Já o segundo se destaca por formar excelentes defesas

O clássico deste sábado entre São Paulo e Santos, às 16h, no Morumbi, estará repleto de atrações dentro de campo. Pelo lado são-paulino, o centenário goleiro Rogério Ceni, os regulares defensores Miranda e Alex Silva e o iluminado Dagoberto, que vive a melhor fase de sua carreira. Do lado do Peixe, os ótimos Elano e Arouca no meio-campo e a genialidade da dupla Neymar e Ganso na frente. Porém, no banco de reservas, ocorrerá outra disputa de alto nível.
O gaúcho Paulo César Carpegiani e o paulista Muricy Ramalho fazem um duelo de estilos completamente diferentes nesta semifinal do Paulistão. Enquanto o primeiro prioriza o futebol ofensivo, o outro é muito mais tático e tem como ponto forte de suas equipes o ótimo desempenho defensivo. Basta ver que, desde que Muricy chegou, o Peixe se tornou uma equipe muito mais equilibrada, que segue forte no ataque, mas que não fica tão exposta atrás.
MONTAGEM - carpegiani são paulo muricy ramalho santos (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Carpegiani e Muricy farão um duelo à parte no clássico do Morumbi
Com a experiência de ter trabalhado com Muricy no São Paulo e fazer parte do grupo atual, comandado por Carpegiani, Ilsinho confirma as enormes diferenças no jeito de cada um trabalhar.
- O Muricy é um treinador que cobra muito, fala pouco com os jogadores, é mais do estilo “bom dia, boa tarde e boa noite”. Tivemos que aprender o jeito dele. Já o Paulo, apesar de cobrar do mesmo jeito, é mais tranquilo, costuma conversar muito mais com os atletas. Em relação ao modo de jogar, a diferença também é grande. O Muricy é mais cauteloso, o Carpegiani gosta de um time mais para a frente, procura um futebol mais bonito, mais envolvente. Os dois possuem estilos vencedores – afirmou o camisa 11, que chegou ao São Paulo por intermédio de Muricy Ramalho, em 2006.
Muricy é um treinador consagrado, tem disciplina, é trabalhador"
Carpegiani
Questionado sobre o assunto, Carpegiani não quis fazer comparações. Mas encheu o concorrente de elogios.
- Muricy é um treinador consagrado, sempre vai agregar a qualquer equipe, tem disciplina. É um bom treinador, um cara competitivo, um trabalhador. Mas acho que os treinadores têm um papel pequeno numa decisão. O que vai determinar a vitória não é o treinador e sim uma jogada individual, uma boa atuação coletiva, é o estilo de um predominando sobre o outro - ressaltou.
Muricy Ramalho, com seu jeito sério de sempre, resumiu o assunto.
- O São Paulo é muito bem treinado. Os profissionais lá são sérios e trabalhadores. Cada time tem seu estilo, mas são equipes fortes e acostumadas a ganhar. O Paulo tem feito um ótimo trabalho - afirmou.
Como treinadores, pode-se dizer que os dois têm bom desempenho. O atual comandante do Peixe já conquistou nove títulos, com destaque para os quatro Brasileiros (2006, 2007 e 2008 pelo São Paulo e 2010 pelo Fluminense). O técnico tricolor ganhou menos (quatro canecos), mas destacam-se a Taça Libertadores da América e o Mundial de Clubes de 1981, pelo Flamengo. Ele também já sentiu o gostinho de ser campeão nacional, em 1982, também pelo Rubro-Negro.
Um duelo como jogadores profissionais
O curioso deste duelo entre Carpegiani e Muricy Ramalho é que ambos se enfrentaram também como jogadores. Foi no dia 19 de novembro de 1975, quando o Inter do primeiro e o São Paulo do segundo empataram por 0 a 0, no estádio do Morumbi, em duelo válido pelo Campeonato Brasileiro. Questionado sobre quem jogava mais, o atual comandante do Tricolor brincou.
MONTAGEM - CArpegiani internacional muricy ramalho são paulo (Foto: agência Gazeta Press)Carpegiani e Muricy defenderam as cores de Inter e São Paulo na década de 70 
- Isso quem tem de falar são vocês (jornalistas). O Muricy era ponta de lança, como o Zico. Já eu era mais um meia. Sem dúvida, podíamos ter jogado juntos - ressaltou Carpegiani, rindo.
Além de tentar levar o Peixe para a primeira decisão sob o seu comando, Muricy Ramalho viverá uma emoção especial assim que pisar no gramado do Morumbi. Afinal, além da história de sete anos como jogador do São Paulo, Muricy foi treinador da equipe em quatro ocasiões. No total, comandou o time em 360 partidas, com 194 vitórias, 100 empates e 66 derrotas, o que resulta em um aproveitamento de 63% dos pontos conquistados. Nesse período, conquistou três Campeonatos Brasileiros, entre 2006 e 2008.
O próprio treinador diz que será legal retornar a um lugar que tantou marcou a sua vida.
- Tenho grandes amigos lá: funcionários do clube, comissão técnica, jogadores. No futebol, são essas amizades que ficam. Valorizo muito isso. Tive muitas alegrias naquela casa e será um prazer enorme voltar ao Morumbi - concluiu.